I’m back

Esse último domingo , 31/5/15 aconteceu mais um edição do Ironman Brasil, esse ano infelizmente não pude acompanhar pessoalmente a prova , mesmo sendo o ano em que conhecia mais gente participando. Mas isso não foi problema, pois torci muito de casa mesmo , o que ajudou foi que a prova foi transmitida pela internet pela primeira vez, possibilitando assistir a chegada de quase todos os amigos. Foi D+

Mas passado a emoção e calor da prova , chega o momento de pensar em 2016 , parece longe , mas fazer uma prova dessas demanda planejamento , organização entre outros vários fatores.

Esse ano de 2015 a minha temporada começa em Agosto com o Challenge (bandeira concorrente do Ironman) que ocorrerá em  Maceió com distancia de 70.3 (meio), depois vem Pirassununga em novembro , na mesma distância.  Assim chegarei com uma boa base para iniciar o ciclo de 2016.

Mais um vez decidi que farei a prova no primeiro semestre , muito provavelmente em maio , por isso a importância de chegar em dezembro já com algum volume nas três modalidades.

Ano que vem , já estou confirmado para o meio Ironman de Buenos Aires em março, as outras provas preparatórias , ainda não abriram as inscrições, mas vou contando aqui.

Agrande questão agora é , faço mais uma vez o Ironman Brasil , em Florianópolis para tentar baixar meu tempo ou não , faço uma nova prova , com uma nova história ?

Se for mudar de prova , a única que existe em maio é o Ironman  Texas , prova bem conhecia , afinal alguns amigos já passaram por lá . A prova tem um clima bemmm quente e úmido ,  com vento firme em boa parte do ciclismo e natação sem roupa de borracha.

Ainda não sei qual rumo vou seguir , mas com certeza dividirei aqui a escolha e o processo.

O significado de ser atleta e a relação com a vitória

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“Ser atleta não é para quem quer viver do esporte ou para quem quer viver para o esporte. Ser atleta é para quem tem o esporte no coração e sabe que faz parte da higiene do seu corpo tal qual escovar os dentes e que da mesma forma sabe apreciar o bem-estar que o esporte proporciona. Ser atleta também não é carregar pesos ou marcas homéricas, é decidir quebrar seus próprios limites, independente do tamanho que eles são, porque o esforço é particular a cada um, portanto a vitória também. Ser atleta não é carregar uma medalha no peito, é carregar as pessoas que estão ao seu lado no peito e a vitória na mente, porque quem ganhou sabe que é vencedor e não precisa de símbolos para lembrar. Vitória é sentimento, não é texto, marca, insígnia, símbolo ou metal. Vitória real é a satisfação de superar seus medos e suas limitações. Vitória é enfrentar você antes do outro, é tentar antes de desistir e nunca desistir antes de tentar. Vitória é uma atitude. Ser atleta é um estilo de vida…”

Esse texto eu li no IG do @guilhermeguidovpalma , triatleta carioca .

Treinos e mais treinos , mas com uma ENORME diferença , totalmente desencantado. O que é bem diferente de relaxado.

Sabe qual a diferença ?   Cabeça fresca !!

Domingo agora é dia de prova , Challenge Floripa , e ta ai gente , passa rápido né ?

E é pensando dessa forma, ” Vitória é uma atitude. Ser atleta é um estilo de vida…”  que vou enfrentar mais um desafio , prova  com distância de meio Ironman

Mas  queria dividir com vocês que curti cada treino , fiz o melhor que pude , adaptei vários treinos para se encaixar na minha nova rotina e no fim acho que deu certo.

Conto aqui , prometo em primeira mão semana que vem , se Deus permitir com a medalha no peito.

E vamo que vamo que domingão é dia fazer força e fazer o que amo

Thanks,  love you all

Atualização em andamento………….

comédia

A vida passa rápido de mais …… Tão rápido quanto o ciclista acima , com sua mega bike e seu capacete aero rsrsrsrs.

Fiz a prova em Miami ontem e já  parecem anos , incrível !!!! Claro que muita coisa já vem rolando desde então e o planejamento andando a todo vapor. Sem planejamento a coisa fica perdia , solta e ai que desanda, pelo menos para mim no que se diz respeito ao esporte. A vida , essa , estou trabalhando MUITO “deixa a vida me levar , vida leva eu ” sabe como é ???? rsrsrs

Bom , sobre o que interessa , o tratamento do quadril e do joelho continuam a todo vapor. Comprei uma maquininha que faz choques (igual a da fisioterapia) que tem sido bastante utilizada, sinto bem menos dor , quase nada. Mas estou totalmente sem corrida , esta será a 4 semana e seguiremos assim. Quando forço no pedal ou na natação ainda sinto , mas segundo o Ale (fisioterapeuta) ainda temos um período pela frente do tratamento. Mesmo porque até Maio tem bastante tempo e dá para fazer tudo.

Outra novidade é o Dr. Gustavo Maglioca , o famoso DOC. Estive lá e foi muito legal , vamos começar um trabalho juntos , alias também acontecerá com outras pessoas da LPL Esportes e que treinam comigo o que integra e fortalece mais, houve uma sinergia muito grande dos sistemas de treinamento da assessoria (Ricardo Hirsh) e sua metodologia ( DOC). Para ser mais claro, digamos que ele é um guarda chuva , olhando o macro e influenciando no micro e embaixo estão a LPL com as planilhas , a nutrição , musculação , fisio e natação. Mudanças estão por vir , mas isso escrevo depois.

Sem contar que até janeiro o plano continua o mesmo , base, base , base….. Principalmente no pedal, ao mesmo tempo que tenho que chegar em janeiro descansado e curado o pedal tem que ter 80km´s bem feitos como base. Esse feriado foi sensacional, consegui fazer dois pedais na Bandeirantes que foram extremamente positivos. Mesmo indo na roda, ou seja, sem estar exposto ao vento, consegui fazer no primeiro dia um treino mais leve , mas ao mesmo tempo escapando/forçando as subidas (total de 100km) e no sábado já foi o contrário, só 80 km , mas bem ritmado/cadenciado, ai com uma média de velocidade 15% maior. O legal foi experimentar um novo jeito de terminar as subidas , em pé , funcionou bem e provavelmente devo continuar a faze-lo.Domingo o plano era ir para Romeiros , mas tempo não ajudou e ai foi aquela festa , sorvete , cerveja , etc (ADOOORO DAY OFF).

Final de semana que vem tem Pirassununga e infelizmente não vai dar para fazer a prova toda , mas pelo menos vou nadar e pedalar , digamos que será um treino de luxo . Vai ser um esquema sem forçar , excelente para treinar a transição com pedal longo.

Por fim, semana passada me despedi da Cervelo P2 , grande companheira , mas a vida que segue e até o final do ano ficarei somente com a bike de ciclismo, diga-se de passagem é excelente, mas é outro pedal né !!!! Quem será que vem ai ? quem , quem ?? Surpresa , mas vai ser uma compra totalmente emocional  hahahahaha

Acho que cobri tudo ou quase tudo , próximo post coloco as fotos de Miami

Vamo que vamo e bons treinos

Cabeça boa , corpo leve a dor desaparece !!!!

Medalha no peito

Etapa concluída !!!

Bastante contente com a prova que fiz neste último domingo, foi bem legal. Depois de tudo que passei para chegar aqui valeu cada instante.

A lesão no quadril , 3 semanas sem correr e a incógnita de como seria a corrida na hora da prova , a passagem aérea que deu pau na hora do embarque e a compra no preço mais cheio possível no balcão (acho que só eu fiz isso na vida) , a empresa em que trabalho que não me liberou até os 45″ do segundo tempo….. Mas no fim cheguei em Miami

Da assessoria LPL Esportes , estávamos em 12 atletas mais um dos Coach´s o Tomé , fizemos um treino de natação e pedal dois dias antes da prova que deu para sentir bem como ia ser o clima , calor , vento etc.

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Depois veio o dia da prova , dessa vez confesso que não fiquei nervoso , nem mesmo ansioso , estava com uma cabeça boa , leve e bem tranquilo. ( ainda bem).

Estava bem confiante com minha natação , sabia que se tudo desse certo nadaria na casa dos 35 minutos , por conta da correnteza que tem no final do percurso , se não, faria em menos tempo. E no pedal o plano que desenhei com meu Coach Ricardo Hirsh era ” faça seu melhor pedal da vida , pedale como se não houvesse amanhã” . Já a corrida era começar e esperar a dor chegar.

Com isso em mente eu larguei e fui superando as “novidades” no caminho , uma selva de algas no meio da natação que atrapalhou um pouco , a correnteza que foi mais forte do que imaginei. Na bike eu já esperava o vento e o calor , então não tive nenhuma surpresa durante o percurso e deu para imprimir um bom ritmo o tempo todo, fiz força viu !!!.

Agora e a corrida ????  nos últimos 5 km da bicicleta minha ansiedade aumentou bastante , fiquei o tempo todo pensando como ia ser , se ia doer , se iria conseguir correr, enfim a cabeça a mil por hora. Transição feita , tênis no pé, MUITO protetor (lembrei muito do Thiago nessa hora , um grande amigo que faz sempre a toilette completa nessa hora), boné e vamo que vamo. Já saí com a estratégia de andar em todos os postos de hidratação , pois isso aliviaria a articulação. Com um ritmo bem mais lento segui em frente e consegui chegar até o km 11 sem nada de dor , mas depois…… amigo, a coisa foi ficando feia , e da-lhe advil para dentro e a dor cada vez mais forte , foi quando coloquei na minha cabeça que não estava sentindo dor porra nenhuma , cheguei até a diminuir o pace nos intervalos de corrida , mas confesso que sofri muito. Outra coisa que valeu bem a pena foram os treinos de subida que fiz , a ponte que vi muita gente andar (era grande e chata) passei numa boa todas as vezes, foi show.

E por fim a linha de chegada , uma mistura de emoção , alivio , de um monte de sentimentos e lembranças ao mesmo tempo , inexplicável.

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Durante minha corrida , na administração da dor , o que me deu grande força foram as excelentes lembranças dos meus treinos com meus parceiros queridos , dos votos de boa sorte que muita gente de deu antes da prova ,  uma energia extra absurda. Não tenho palavras para agradecer todo esse carinho que foi fundamental.

Uma coisa é certa , ninguém atravessa aquela linha de chegada sozinho , no meu caso um special thank´s aos meus parceiros que estiveram comigo nessa reta final.

Ale Ferrari que é mais companheiro do que fisioterapeuta (se bem que nessas ultimas semanas foi tudo junto) , A Fuca que além de ser minha nutricionista incrível se juntou a família LPL Esportes a pouco tempo , mas parece que estamos juntos a 1500 anos  e o GRANDE Thiago , que é um puta irmão. Não poderia deixar de mencionar o coach Ricardo Hirsh que me aguenta , mas sem ele nada disso seria possível.  Essa medalha e essa conquista não seria possível sem vcs.

Ale Ferrari , Eu , Fuca e Thiago

Ale Ferrari , Eu , Fuca e Thiago

Os números

Números da prova

Números da prova

Imagens

trasição

amanhacer Miami

amanhacer Miami

Vamo que vamo que agora é recuperar da lesão e me preparar para o próximo desafio em Abril, afinal o Ironman de Floripa ta logo ai